“O gênero humano, como diz M. Edgwort, pode ser dividido em três classes: os que aprendem à custa alheia, eis os homens felizes; os que aprendem à sua custa, eis os sábios; e os que nada aprendem nem à sua custa nem à custa dos outros: estes são doidos ou tolos. Eu aprendi à minha custa; e não fui dos felizes, não quero ser doido nem tolo.”
Uma realização:
Patrocínio:
Ministério para a Independência
A adesão do regented. Pedro à causa brasileira confirma-se com a nomeação de um novo ministério para substituir o que foi demitido no Dia do Fico. O ministério de 16 de janeiro de 1822 é considerado o primeiro gabinete nacional. Dele fazem parte os portugueses Caetano Pinto de Miranda Montenegro, nomeado ministro da Fazenda e, a partir de 3 de julho, da Justiça; Joaquim de Oliveira Álvares, que recebe a pasta da Guerra; e Manoel Antônio Farinha, que assume o ministério da Marinha. Mas é José Bonifácio que recebe o cargo mais importante, de ministro do Reino e Negócios Estrangeiros. Com sua posse, a política do governo torna-se clara: fazer do Brasil um Estado independente. Bonifácio ocupa o cargo entre janeiro de 1822 e 16 de julho de 1823. Ainda nesse ano, a pasta tem seu nome mudado para ministério do Império e Negócios Estrangeiros. As tropas portuguesas são embarcadas para Portugal, e um decreto torna sem valor as decisões das Cortes de Lisboa que não fossem sancionadas por d. Pedro.