“Mas o Brasil tem bens reais, e não precisa de fictícios – não convertamos o supérfluo em necessário, nem demos alimento a ocas vaidades e desejos e gozos pueris. Sejamos grandes sem ostentação, prazeres, sem arte, e virtudes, sem dinheiro.”
* José Bonifácio não aceitou a grã-cruz da Imperial Ordem do Cruzeiro, criada nesse mesmo dia. Também recusou o título de marquês. Aceitou apenas a nomeação de mordomo-mor, “honraria que na corte portuguesa tocava sempre a figuras da maior categoria”. SOUSA, Octavio Tarquínio de. José Bonifácio. Belo Horizonte: Itatiaia, São Paulo: Edusp, 1988, p. 197.