“Poderão acusar-me de que galhofava com Pedro – porém, se o conhecerem a fundo, como eu o conheço, verão que era assim preciso, para lhe ganhar o coração e podê-lo encaminhar ao bem e aos negócios públicos. Por mais sábio e honrado que seja um homem, se ele não souber interessar as paixões e as frivolidades dos grandes, nada poderá alcançar deles para os fins de utilidade pública. É verdade que, apesar de todas as minhas boas manhas, nunca pude conseguir que se quisesse séria e constantemente o bem – alma dura e volátil, nunca fez bem por amor da virtude.”
Uma realização:
Patrocínio:
1823
1823
Tanto O Tamoyo quanto o Sentinela fazem críticas à admissão de portugueses no exército brasileiro.*
* WERNECK SODRÉ, Nelson. História da imprensa no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1966, p. 91.