“Fez-se um empréstimo oneroso, em que o Estado perdeu muito e só ganhavam certos homens: mas em que se tem despendido esses fundos? A agricultura foi fomentada, fizeram-se novas estradas, consertaram-se barras de rios? Cuidou-se na civilização dos índios? Estabeleceram-se novas fábricas de primeira necessidade? Não. Deram-se, sim, novas pensões, nomearam-se e continuaram a pagar comissões diplomáticas inúteis e incapazes; e, em vez de conservar a amizade das repúblicas circunvizinhas, provocou-se uma guerra custosa e infeliz por terra e por mar.”
Uma realização:
Patrocínio:
1831
19/08/1831
José Bonifácio presta juramento como tutor eleito pela Assembléia Legislativa.*
* “As desinteligências se agravariam entre a Câmara, desejosa de assumir livremente o controle do país, e o tutor cioso de suas funções mas incapacitado, pela lei de 12 de agosto de 1831, de participar em atos políticos em nome de seus pupilos.” VIOTTI DA COSTA, Emilia. “José Bonifácio: mito e história”. In: Da Monarquia à República – momentos decisivos. São Paulo: Editora da Unesp, 1999, p. 85.